"PARA QUE VEJAM AS VOSSAS BOAS OBRAS E GLORIFIQUEM A VOSSO PAI QUE ESTÁ NOS CÉUS"
(Mateus 5.16)

quinta-feira

 



CELEBRAR O ANO NOVO

Introdução

Inegavelmente a atitude de celebrar o início de um novo ano faz parte das mais antigas tradições dos povos, independente da data estabelecida.  Uma dessas antigas tradições vem da Mesopotâmia, aludindo a uma festa chamada de Festival de Ano Novo. Tal celebração também foi encontrada entre persas, fenícios, assírios, gregos e romanos, bem antes de fazer parte da cultura cristã. Na China, por exemplo, a celebração pode ocorrer entre janeiro e fevereiro e dura até 15 dias. Em Israel, o Novo ano ocorre entre os meses de setembro e outubro. No calendário mulçumano, ocorre no mês de março. A data de primeiro de janeiro vem do império romano, quando foi estabelecido o calendário por Júlio César, no ano 46 AC. Essa data foi adotada pelo calendário gregoriano, o calendário que está em vigor em muitos países.

 1. Significados

É evidente que o significado literal é tão somente a mudança da data cronológica que marca o fim de um ano e o inicio do outro, encerrando os ciclos de 12 meses.  Todavia, muitos entendem que não se pode perder de vista o significado simbólico da data, associado à oportunidade de renovação e recomeço, avaliação e balanço do passado, projetos e planos futuros, expectativas otimistas e positivas de melhoras em áreas da vida, convite para recorrer a prática de rituais religiosos que possam influenciar os acontecimentos.  

2. Escatologia

      Se o fim de todas as coisas neste mundo tem uma data marcada, inclusive associada à volta de Jesus Cristo, de acordo com a doutrina cristã, é inevitável não se levantar a hipótese de que, também, muitas pessoas, talvez, façam celebração do ano novo motivadas pelo fato de que mais um ano passou e nada aconteceu, em termos dramáticos, catastróficos e condenatórios. Embora a celebração seja anterior ao surgimento da doutrina cristã da escatologia e estivesse associada a outras motivações culturais, no mundo ocidental é inegável a presença da motivação religiosa, mesmo que esteja no que se chama de inconsciente coletivo. Não seria, portanto, uma atitude consciente, intencional, proposital, clara. O mundo ocidental, sob a influência da cultura cristã, viveria uma certa ansiedade quanto ao fim de todas as coisas, ao juízo final e à uma condenação eterna. Se o ano acabou e nada aconteceu, então esta seria mais uma razão para pessoas celebrarem, ainda que inconscientemente, mesmo sem estar comprometidas com a fé cristã.

 3. Previsão apostólica

      Pensando no final de tudo e na atitude que pessoas teriam por não verem o cumprimento das profecias escatológicas, na medida em que o tempo transcorre, o apóstolo Pedro também fez essa associação. Ele imaginou pessoas no futuro perguntando exatamente isto em seus comentários: “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (II Pedro 3.3,4). Além de escarnecer sobre o não cumprimento da data do fim de todas as coisas e da volta de Jesus Cristo, igualmente haveria uma celebração no final de cada ano por esse não cumprimento da data. Inconscientemente, pessoas estariam felizes e poderiam fazer planos para o novo ano que se inicia, com a mesma esperança de continuar com seu estilo de vida.

 Conclusão

Reconheço que esta percepção é intuitiva e hipotética, carecendo de confirmação através de pesquisas e entrevistas, para verificar tal associação com a celebração da chegada de cada novo ano, inclusive se estaria mesmo presente no inconsciente coletivo. Todavia, é inegável o exagero das celebrações, inclusive porque se trata, realisticamente, apenas da passagem cronológica de um ano para outro, encerrando ciclos de 12 meses, mesmo espiritualizando o fato com a atitude de “terminar e começar um ano com Deus”, pois Jesus Cristo já prometeu estar conosco todos os dias, todas as semanas, todos os meses, todos os anos até que chegue o fim.

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