"PARA QUE VEJAM AS VOSSAS BOAS OBRAS E GLORIFIQUEM A VOSSO PAI QUE ESTÁ NOS CÉUS"
(Mateus 5.16)

terça-feira

 

A FALÁCIA DA AUTONOMIA

 

Introdução

A origem da palavra autonomia (ατονομία) ocorreu na Grécia antiga, para “designar cidades que não eram submissas a outras”. Posteriormente passou a ser usado na filosofia e na religião, como a “capacidade de um indivíduo de governar a si próprio, estabelecendo as suas próprias leis”. Podemos dizer que essa conceituação de autonomia foi encontrada nos escritos de Kant (1724-1804), como a “capacidade da vontade humana de se autodeterminar segundo uma legislação moral por ela mesma estabelecida”. Mais recentemente voltou a ser abordada através de Piaget (1896-1980), que procurou identificar seu surgimento quando a “criança se torna adolescente e se caracteriza pela capacidade de compreender e criar regras e de agir com responsabilidade e respeito mutuo”. Paulo Freire (1921-1997) tornou o conceito mais conhecido no Brasil, através do seu livro “Pedagogia da Autonomia”, no qual procura tornar o educando em sujeito na promoção de sua consciência própria no ambiente social.

    1.  Idealismo versus realismo

Por mais que seja uma proposta extremamente atraente, como um ideal a ser alcançado por um individuo, a partir de sua adolescência, quando deixa de estar unicamente sob a influência do seu ambiente familiar, cujo papel tradicional era o de conduzir no caminho a ser seguido, tendo como base certas regras e leis externas, a autonomia como exercício da vontade de se autodeterminar se choca com a realidade do que encontra em si mesmo, na sociedade e na natureza. O choque começa acontecer a partir da sua constituição genética, cujo aspecto principal já confirmado é ser resultado da influência de seus antepassados (Mendel). O choque aumenta quando o indivíduo constata em si mesmo a existência de pulsões e desejos que entram em conflito com determinada vontade a ser realizada (Freud). O choque se torna maior ao conviver com outros indivíduos em seus relacionamentos interpessoais, quando verifica desarmonia entre o que ele quer e o que os outros querem (Durkheim). O choque culmina sua crise quando a pessoa se vê imersa em acontecimentos alheios à sua vontade, principalmente produzidos pela natureza que o cerca e onde está inserida. Em suma, como alguém, já concluiu: “Isto é uma mentira. É a mesma coisa que falar de circulo quadrado. Você ser autônomo na vida por meia hora, você sofre pra cachorro. Isto tudo custa caro” (Pondé). 

2.  Liberdade com responsabilidade

Se vamos adotar a autonomia como norma de vida, a base inevitável dessa atitude é o princípio da liberdade individual. Voltando ao que pensava o filósofo Kant, para ele a autonomia estava relacionada à liberdade, quando a pessoa dá a si mesma as regras a serem seguidas racionalmente por ela. Ocorre, todavia, que a liberdade do individuo, para ser autônoma, está limitada à autonomia do outro. Nesse sentido, Spencer (1820-1903) já dizia que “a liberdade de cada um termina onde começa a liberdade do outro”. Se o indivíduo tem o direito de escolha do seu modo de agir, numa intepretação idealista, independentemente de leis e agentes externos, além da sua escolha seguir critérios racionais, a liberdade precisa e deve ser responsável. Se existe, portanto, uma liberdade individual, ela será responsável. Se a liberdade não traz consigo a responsabilidade, inclusive em nome da autonomia, essa liberdade certamente irá gerar prejuízos ao próprio individuo, à sociedade onde vive e à natureza onde está inserido. Isto não se chama autonomia, mas tem sido chamado de libertinagem.

3. Aspecto religioso

Uma vez que o conceito foi apresentado originalmente na política geográfica e depois passou a ser abordada na filosofia e em outras áreas, inclusive no meio empresarial, educacional, jurídico, não poderia deixar de ser abordada na religiosidade humana. O momento mais claro de se advogar essa autonomia, em termos religiosos, surgiu com Nietzsche (1844-1900), comunicando a morte de Deus, a partir da qual o ser humano poderia se libertar e ser autônomo, conduzindo sua própria vida, à luz de suas próprias regras e leis pessoais. A partir dele, o ateísmo, o humanismo e o secularismo foram ocupando mais e mais espaço na mente das pessoas e no comportamento da sociedade.

A realidade, todavia, à luz das limitações humanas e sociais, também coloca a autonomia em relação a Deus como uma falácia. O personagem religioso mais conhecido e que melhor expressou essa frustração foi o apóstolo Paulo, quando em suas confissões, exclamou profundamente: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Dou Graças a Deus por Jesus Cristo” (Romanos 7.18-24). Na sua linguagem religiosa, ele mencionou como elementos impeditivos de sua autonomia a presença do mal e do pecado. Mencionou como elemento que o libertava e lhe dava autonomia a experiência com Jesus Cristo.

Se existe alguma liberdade em relação ao mal, ao pecado e a tudo o mais que pode efetivamente produz uma autonomia relativa, essa liberdade está em Jesus Cristo. Paradoxalmente, em seu chamado às pessoas para terem liberdade e autonomia, a proposta de Jesus Cristo incluiu o abrir mão de si mesmo, isto é, abrir mão de uma falsa autonomia. Ele dizia às pessoas: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me” (Marcos 8.34). Jesus Cristo propõe a perda da falsa autonomia, que defende a falácia do exercício de uma vontade pessoal realizável, para adotar em seu lugar a atitude submeter-se à vontade de Deus. Por mais paradoxal que venha a ser, o indivíduo ao abdicar de sua autonomia falida ganha autêntica autonomia, para experimentar realização pessoal em Deus.

 Conclusão

Pretender uma autonomia em que o indivíduo se governa a si mesmo, estabelecendo suas próprias regras e leis, é uma falácia à luz dos vários determinantes que afetam esse governo pessoal, inclusive ignorando a vontade de Deus para a sua vida.

A única maneira de se experimentar autonomia verdadeira é através de uma experiência pessoal com Jesus Cristo, mesmo ao custo paradoxal de renunciar ao ego. Essa experiência pessoal introduz o elemento espiritual para que o indivíduo realmente tenha condições de lidar com as influências genética, psicológicas, sociais, ideológicas e naturais que determinam seu agir, conseguindo se realizar como pessoa unida a Deus, em vez de ser ou de sentir-se marionete dessas influências. 

__________________________ 

BIBLIOGRAFIA

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo, Editora Paz e Terra, 2014.

JUBRAM, Renata. Autonomia, Resiliência e Protagonismo. São Paulo, Integrare Editora, 2017.

RUPPERT, Franz. Simbiose e Autonomia nos Relacionamentos. São Paulo, Editora Cultrix, 1984.

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sábado

 


Provérbios 4.2

NEM A DIREITA E NEM A ESQUERDA

Introdução

1. O significado original desta expressão no livro de Provérbios era figurado e aplicável a situações na vida humana onde houvesse possibilidade da maldade ser praticada.  Ao recomendar que o indivíduo evitasse tanto a esquerda quanto a direita, o objetivo do texto era fazer com que não houvesse desvio do rumo previamente traçado, quanto à prática do bem.  Tanto é assim que o contexto acentua a importância de olhar para frente, procurando fugir do mal.

2. A mesma orientação havia sido dada séculos antes a outras pessoas, através de Moisés na liderança do povo de Deus: “E não te desviarás de todas as palavras que hoje te ordeno, nem para a direita nem para a esquerda, andando após outros deuses, para os servires” (Deuteronômio 28.14). Anos mais tarde, Josué recebeu recomendação semelhante: “Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares” (Josué 1.7). No primeiro caso, seria evitar a idolatria. No segundo caso, seria manter fidelidade à lei de Deus.

3. É, portanto, uma recomendação associada à capacidade que os seres humanos têm de fazer escolhas, de acordo com o livre arbítrio, mostrando claramente que existe possibilidade de fazer opções diferentes, representadas no simbolismo de olhar para frente, de olhar para a esquerda, de olhar para a direita, podendo optar em seguir qualquer uma dessas ou de outras opções que surjam. O que vai determinar a escolha será uma recomendação ou uma atração ou uma sedução, não descartando as motivações que levam pessoas a tomar decisões na vida. A ideia atual de fazer opção pelo centro não estava prevista ou inferida. Nos textos bíblicos, a recomendação prevista para não seguir a esquerda ou a direita era seguir em frente. Se existisse uma ideia de centro, este inevitavelmente seria evitar o mal, evitar a idolatria, manter-se fiel à lei de Deus, seguir a Jesus Cristo.

Desenvolvimento

1. Compreendido o significado original da expressão bíblica na dimensão religiosa e espiritual, o princípio hermenêutico de interpretação nos permite e nos conduz a aplicar a recomendação em outras áreas da vida humana, interpretando que a opção pela esquerda ou pela direita pode não ser a melhor opção.

2. Pensemos especificamente na área política onde estas expressões são continuamente enfatizadas e objeto de embates, querendo arrastar multidões para uma ou outra opção.

2.1. Procurando identificar o que significa ser da esquerda, politicamente falando, à luz de sua origem histórica, além do discurso em favor dos pobres e da prática de programas sociais para beneficiá-los financeiramente, alguém resumiu o que seja a esquerda em algumas expressões muito esclarecedoras: “Ao ser de esquerda abraçamos uma visão do mundo que considera que o movimento dos trabalhadores é a nossa referência de esperança, e suas lutas são as nossas. Ao ser de esquerda abraçamos um projeto de luta pelo poder. Os trabalhadores devem governar para transformar a sociedade em função da satisfação das necessidades da maioria. Ao ser de esquerda abraçamos o socialismo como programa. Essa opção nos coloca em oposição à propriedade privada, portanto, ao capitalismo” (https://blogdaboitempo.com.br/2023/12/01/o-que-significa-ser-de-esquerda-hoje/).

2.2. Por outro lado, também à luz de aspectos históricos, ser de direita abarca vários aspectos, tais como: economia (livre mercado e valorização da propriedade privada), politicas (individualismo, liberdade, Estado mínimo), sociais (meritocracia, programa social reduzido), produção (indústria capitalista e lucro como alvo), “sempre pautado na figura do indivíduo e de suas respectivas liberdades, centrado na ideia de que a sociedade será melhor se as pessoas exercerem a sua ampla liberdade para tomarem decisões individuais” (https://www.politize.com.br/o-que-e-ser-de-direita/).

2.3. Aproveitando-se uma situação de conflito entre essas opções, surgiu o que passou a ser chamado de centro ou centrão. É uma opção política constituída por congressistas que tem como “principal característica uma atuação parlamentar clientelista e fisiológica. É um jeito de organizar um bloco parlamentar interpartidário, ou suprapartidário, de parlamentares fisiológicos” (https://www.goethe.de/prj/hum/pt/dos/ctr/24737158.html). Prevalecem os interesses próprios.

3. Se a solução não está na esquerda, nem na direita e nem no centro, mas ir em frente seguindo a Jesus Cristo, após a separação entre Igreja e Estado criou-se a ideia de aplicar os valores e princípios cristãos na política, através do movimento chamado evangelho social, começando com a eleição de cristãos no legislativo. Além dos que se identificam como católicos, a conhecida bancada evangélica soma 228 integrantes, sendo 202 deputados federais e 26 senadores. O principal slogan associado a esse ambicioso projeto de se estabelecer no poder dizia: “O Brasil é de Jesus Cristo”.

3.1. O resultado atual dessa empreitada, porém, não passa de uma guerra de palavras entre eles. Além de alguns parlamentares cristãos se identificarem com a esquerda, iludidos com o discurso em favor dos pobres, a maioria dos parlamentares cristãos acabou se identificando com a direita, considerando a semelhança de valores e princípios tradicionais com os valores e princípios cristãos. O resultado é uma batalha verbal diária entre religiosos cristãos identificados com a direita e os demais parlamentares da esquerda, religiosos ou não.

3.2. Outro aspecto é que o sonho de um país adotando valores e princípios cristãos não se efetiva, pois o poder executivo e o poder judiciário continuaram sob a influência de membros identificados com a esquerda. O resultado igualmente são conflitos entre os três poderes e uma população politizada e dividida, veiculando seus posicionamentos através dos veículos tradicionais de comunicação comprometidos com a esquerda e das mídias sociais expressando posições da direita. Atritos, agressões verbais, processos judiciais, prisões de contestadores e manifestações populares nas ruas mostram que o país não está indo pra frente, seguindo a Jesus Cristo no sonho do salmista “Bendita é a Nação cujo Deus é o Senhor”.

Conclusão

A esquerda ilude cristãos com o discurso em favor dos mais pobres. A direita ilude os cristãos com a semelhança entre valores e princípios tradicionais com os valores e princípios bíblicos. O que a esquerda e a direita efetivamente produzem nos países onde exercem domínio e controle está visível em várias partes do mundo. De um lado o totalitarismo, com a prisão e morte de dissidentes, ausência de liberdades democráticas, nivelamento da maioria da população na camada social empobrecida, desenvolvimento econômico através de capitalistas autorizados, permanência no poder pela força militar. Do outro lado, democracias permissivas, crescimento industrial descontrolado, capitalismo selvagem explorando o trabalhador, desigualdade econômica entre a população, problemas ambientais em virtude da industrialização desenfreada, inclusive de armas que aumentam a violência e as guerras.

Se os cristãos deixassem a esquerda, a direita, o centro e fossem em frente seguindo a Jesus Cristo, exercendo liderança no país e o mundo, os resultados seriam diferentes? À luz da realidade humana, do direito das pessoas serem diferente e da influência do mal, a promessa é que isto só irá acontecer plena e satisfatoriamente depois da volta de Jesus Cristo e dos novos céus e da nova terra. Até lá, prevalecem a utopia e o conflito entre o bem e o mal.

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segunda-feira

 


Lucas 5.1-7

DO FRACASSO AO SUCESSO

Introdução

1. Embora esta expressão sucesso seja muito usada no meio empresarial, principalmente na atividade das vendas, ela também faz parte da vida de igrejas e de pessoas.

1.1.  Em termos pessoais, significa alcançar êxito num empreendimento, conquistar uma posição social destacada, ter bens materiais suficientes, alcançar reconhecimento profissional e, em linguagem bíblica, ser um abençoado.

1.2.  Em termos de igreja, existem métodos, estratégias e ações que estão tornando algumas igrejas bem sucedidas quanto a ganhar credibilidade perante as pessoas, respeito diante de autoridades, influência na sociedade e, em linguagem bíblica, experimentar crescimento através de conversões e batismos.

2. Sobre o sucesso, existem algumas frases muito interessantes que podem nos ajudar a perceber melhor o que aconteceu com Pedro e os demais apóstolos naquilo que a Bíblia intitula “A pesca maravilhosa”. Escutem: "O sucesso nunca é garantido, mas o fracasso nunca é definitivo." (Robert Schuller): "Eu sempre me preparo para o fracasso e acabo surpreendido pelo sucesso." (Steven Spielberg); "Os homens alcançam sucesso quando eles percebem que seus fracassos são uma preparação para suas vitórias." (Ralph Waldo Emerson); "Sucesso não é o final, fracasso não é fatal: é a coragem para continuar que conta." (Winston Churchill).

Desenvolvimento

1. O episódio ocorre num momento quando Jesus está ministrando seus ensinos. A multidão se ajuntou para ouvi-lo. Como eram milhares de pessoas, Jesus quis usar o barco de Pedro como púlpito. Ao terminar, quis recompensar Pedro por sua prestatividade, dando-lhe uma grande quantidade de peixes.

2. Ocorre, todavia, que Pedro estava vindo exatamente de mais uma experiência de fracasso em seu empreendimento. À semelhança de outras vezes, ele e seus companheiros passaram a noite toda lançando as redes sem nada pescar.

3. Porque não foi 1 hora ou 2 tentativas, ele disse a Jesus: “Nós já trabalhamos toda a noite e nada pescamos”. Poderia ter acrescentado: “Além disso, nós entendemos de pescaria: a) temos experiência e podemos afirmar que nada pescaremos; b) a época não está prá peixe, pois nós temos conhecimento que este não é melhor momento; c)  também não queremos fazer uma vez mais, pois já estamos cansados de insistir sem resultado”.

4. Então, ele resolveu abrir mão dos seus conhecimentos, de sua experiência e de seu cansaço para confiar em Jesus Cristo. O resto de suas palavras foi: “Mas sobre a tua palavra lançarei as redes.” Aí aconteceu o imprevisto, o inacreditável, o milagre!

4.1.  Pensemos numa determinada pessoa que se tornou referência nos Estados Unidos e no mundo: Faliu no negócio com 31 anos. Foi derrotado numa eleição para o legislativo aos 32 anos. Faliu outra vez no negocio aos 34 anos. Superou a morte da namorada aos 35 anos. Teve colapso nervoso aos 36 anos. Perdeu a eleição para o Congresso aos 43, 46, 48 anos. Perdeu a disputa para o Senado com 55 anos. Fracassou na tentativa de vice-presidente aos 56 anos. Perdeu uma disputa senatorial aos 58 anos.  Finalmente, Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos aos 60 anos (http://www.mariainesfelippe.com.br/artigos/artigos.asp?registro=53).

4.2.  Em nosso caso, à semelhança do apóstolo Pedro, o segredo será sempre o mesmo, quando ele viu uma rede vazia ser transformada numa rede cheia de peixes: Jesus estava no barco e Simão agiu de acordo com as palavras de Jesus.

Conclusão. 

Cansaço, sentimentos pessimistas, experiências negativas, conselhos contrários e principalmente tentativas infrutíferas realmente tem o poder de nos levar a desistir, somando fracasso após fracasso.

Todavia, se aceitarmos a presença de Jesus em nosso barco da vida e se colocarmos em prática a sua palavra, a benção virá com abundância, transformando fracassos em sucessos.

Afinal, Jesus Cristo afirmou: “Todo poder me foi dado no céu e na terra... Estarei com vocês todos os dias, até a consumação dos séculos”.

 Daqui por diante diga sempre: “Sobre a palavra de Jesus eu vou fazer... Irei confiar no que Jesus Cristo pode fazer por mim.”

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